Ele negou, porém, que o dinheiro tenha sido usado para bancar despesas do deputado federal cassado, hipótese investigada pela Polícia Federal. Eduardo vive nos EUA desde o ano passado e responde a uma ação penal no Supremo Tribunal Federal por coação no curso do processo sobre a trama golpista.

“Não foi para o Eduardo Bolsonaro. Todos os recursos que foram aportados nesse fundo, que é específico para a produção do filme, foram usados integralmente para fazer o filme”, afirmou Flávio em entrevista à GloboNews.

Em uma publicação nas redes sociais, Eduardo Bolsonaro afirmou que seu status migratório nos Estados Unidos o impediria de receber dinheiro de fundo de investimento ligado a Vorcaro. “Se isso tivesse acontecido [ter recebido dinheiro de Vorcaro] o próprio governo americano me puniria. No meu processo migratório expliquei as autoridades americanas toda a origem dos meus recursos e não tive qualquer problema, porque aqui não vigora um regime de exceção”, disse.

O ex-deputado ainda defendeu a atuação do seu advogado. “Falam do advogado que cuidou de todos os detalhes como se ele fosse um mero escritório de migração, não é. O advogado tem mais de 40 anos de experiência, mestrado e doutorado. Seu escritório atua em gestão de patrimônio e fundo de investimento há mais de uma década”, completou.

Nesta terça-feira, uma reportagem publicada pelo Intercept revelou que os recursos pagos pelo dono do Banco Master para a cinebiografia passaram pela empresa Entre Investimentos e Participações e pelo fundo Havengate Development Fund LP, registrado no Texas e representado por Paulo Calixto, advogado de Eduardo.

Créditos Autor: Wendal Carmo
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