O diretor de futebol do Vitória, Sérgio Papellin, comentou as dificuldades enfrentadas pelo clube na busca por um novo treinador. Após a derrota por 3 a 0 para o Fluminense, nesta sexta-feira (6), no Barradão, o dirigente revelou os motivos que impediram o avanço das conversas com os argentinos Juan Pablo Vojvoda e Martín Palermo, dois profissionais com passagem pelo Fortaleza.

Sobre Vojvoda, Papellin confirmou que mantém contato próximo com o treinador e revelou que os dois chegaram a conversar nesta semana. Apesar da amizade, o argentino demonstrou preferência por não assumir um novo compromisso neste momento, optando por passar um período com a família antes de avaliar propostas para a próxima temporada.

“Vojvoda é meu amigo particular. Nesta semana, até me ligou. Estava em Fortaleza, passando umas férias, mas conversei com ele. Ele me disse que, neste momento, está vivendo um período conturbado no Racing e prefere passar um tempo com a família, esperar o início da temporada para ver o que aparece para ele”, explicou o dirigente.

A situação de Martín Palermo é diferente. Atualmente à frente do Platense, da Argentina, o treinador está envolvido na disputa da Copa da Argentina e tem a possibilidade de conquistar um título e garantir uma vaga na Libertadores. Papellin também destacou a relação de amizade construída com o técnico durante o período em que trabalharam juntos, mas reconheceu a dificuldade de tirá-lo do clube argentino.

“É outro cara que trabalhou comigo, com quem tenho uma amizade. Mas ele está na final da Copa da Argentina com o Platense. Se conseguir uma vaga na Libertadores, é muito difícil trazer”, afirmou.

A busca por um novo comandante acontece em meio à pressão sobre o Vitória na reta final do Campeonato Brasileiro. Após a saída de Jair Ventura, o clube tenta encontrar um substituto para conduzir a equipe nos compromissos decisivos da competição e afastar o risco de rebaixamento.






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