CAMPANHA COMBATE Á DENGUE E ÁRBOVIROSES


O Bahia tem uma série de jogadores que estão em fase final de contrato neste momento da temporada. Os casos mais emblemáticos são os dos experientes Ademir, Everton Ribeiro e Willian José. Durante entrevista coletiva no último sábado (12), o diretor Cadu Santoro foi perguntado sobre esse tema e explicou como o clube trata situações desse tipo.

Ao ser questionado sobre atletas em final de contrato com o Bahia, Cadu inicialmente falou sobre as cláusulas contratuais que são adicionadas no contrato assim que o jogador chega ao clube. Na maioria dos casos, há gatilho para renovação automática para quem bate as metas predefinidas.

Normalmente, os atletas em fim de contrato muitas vezes, ou alguns deles, podem atingir cláusulas de renovação automática por meio de condições pré-estabelecidas; ou, quando isso não acontece, o clube e o jogador podem negociar uma renovação quando há interesse, mas muitas vezes acaba que uma das partes não tem interesse na continuidade. Temos exemplos de alguns atletas que não renovaram, outros que renovamos antecipadamente e alguns que renovamos muito próximo do fim de contrato”.

Além do trio, o goleiro Léo Vieira e o atacante Kike Olivera também têm contrato curto com o Esquadrão.

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Bahia ainda não negocia renovação com jogadores em fim de contrato

Cadu Santoro garantiu que não sentou para negociar com nenhum atleta em fase final de contrato com o Bahia e que irá conversar no momento certo com cada jogador seja para iniciar uma renovação ou para acertar a saída.

Ainda é cedo para tomarmos decisões; não tive conversa individual com nenhum deles. Quem possui essa cláusula (de renovação automática), sabe disso. Muitas vezes a cláusula está atrelada a número de jogos ou percentual de jogos, e o próprio atleta conhece esse controle. Não tivemos conversas individuais. No momento certo vamos ter uma conversa sincera e honesta para continuidade ou não, como fizemos com todos aqui”.

Bahia será mais agressivo na janela de 2027?

A diretoria tricolor fez um ano de 2026 considerado como modesto no quesito contratações. Foram oito contratações, sendo apenas Alejo Veliz com valor considerado como alto. Houve ainda jogadores contratados de forma emergencial, como Léo Vieira e Everaldo, além da vinda de Lautaro López a pedido do Grupo City.

Santoro falou sobre como o Bahia pretende agir no mercado de 2027 e citou a busca por equilíbrio financeiro como um fator que define as ações do clube.

É muito relativo o que é ser agressivo. Hoje temos a contratação do Veliz, uma das maiores compras da janela de meio do ano. Estamos investindo mais do que vendemos. Isso vai continuar, até que vai se equilibrar. Vai demorar bastante ainda para o clube ter lucro, se é que algum dia vamos conseguir, já que é algo muitíssimo difícil no futebol e poucas equipes conseguem, diferentemente do que se imagina. Vamos continuar tentando sempre melhorar a equipe. No momento em que atletas saírem com uma certa idade, vamos tentar sempre rejuvenescer a equipe e manter a equipe competitiva. Se houver saídas, estaremos atentos e melhorar a equipe sempre”.

Busca por minimizar erros nas janelas do Bahia

“Todos nós cometemos erros diariamente em nossas vidas profissionais e pessoais, mas não podemos continuar repetindo os erros. Naturalmente, o Cadu que chegou em 2023 não é o mesmo de 2026. Com certeza houve decisões que eu tomei e não tomaria, mas que hoje estou muito mais capaz de tomar. Sempre no pós-janela fazemos uma avaliação sobre o que fizemos e o que os outros clubes fizeram, procuramos ver qual jogador não debatemos e algum clube contratou e está performando, quais jogadores não quisermos por qualquer motivo. Fazemos essa análise. Temos reuniões semanais com todos os scouts. Esse debate é super útil e saudável para tentar minimizar os erros. Acabar com os erros não vamos, mas tentamos minimizar ao máximo”.



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