O Esporte Clube Bahia perdeu novamente para o Remo, por 2 a 1, na noite desta quarta-feira, no Estádio Mangueirão, em Belém do Pará, e foi eliminado da Copa do Brasil. Erick abriu o placar, mas Patrick empatou e Picco virou. Na entrevista após o jogo, o técnico Rogério Ceni explicou as mudanças no time, umas delas a escalação de Luciano Juba como zagueiro.

Juba passou a compor uma linha de três na defesa ao lado de Marcos Victor e David Duarte, e teve uma atuação apagada. Questionado sobre o fato do lateral ser o artilheiro do time no ano, Ceni justificou dizendo que “a maioria dos gols são de bola parada”.

“O Juba é, de fato, o artilheiro, mas os gols que ele faz são de pênalti, faltas e bolas paradas; a maioria dos seus gols é feita nessas situações. A opção por Juba na construção foi para tentar competir com David Duarte contra Alef Manga e para ter Marcos Victor contra Jajá. Acho-o muito rápido e sofremos muito com as transições no jogo passado, em Salvador”, explicou.

Ceni avaliou a atuação do Bahia e criticou o VAR. “Tivemos totais condições de ficar na frente do placar. Criamos muito, mas não conseguimos efetuar os gols. E mais uma vez cedemos o gol de maneira fácil. A gente precisa de muita força para fazer gols no adversário, e eles não precisam disso para fazer gol na gente. Os jogadores competiram muito, mas nem tudo controlamos. O árbitro péssimo, interpretou um lance depois voltou por causa do VAR”.

“Acho que fizemos as escolhas corretas para o jogo, mas temos que ser mais efetivos. Eram bolas não tão difíceis de entrar. Sei que a derrota é pesada, a eliminação é pesada, mas não podemos desistir. Temos que tentar vencer no domingo. É um momento que merece reflexão, treinar mais, caprichar mais”.

O Esquadrão volta a campo no domingo (17), às 16h, para enfrentar o Grêmio, na Arena Fonte Nova. O duelo é válido pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série A. O Esquadrão tem mais dois jogos antes da pausa para a Copa do Mundo, contra Coritiba (fora) e Botafogo (casa).





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