Mesmo fora dos períodos de maior incidência das arboviroses, o combate ao Aedes aegypti deve ser uma preocupação permanente da população. O mosquito é o transmissor da dengue, zika e chikungunya, doenças que podem evoluir para quadros graves e até levar à morte. Por isso, a Secretaria Municipal da Saúde (SMS), por meio do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), reforça a importância da eliminação dos criadouros e da colaboração da população no enfrentamento ao vetor.
Entre os principais sintomas das arboviroses estão febre, dor de cabeça, dores no corpo e nas articulações, manchas avermelhadas na pele, dor atrás dos olhos e mal-estar. Ao apresentar qualquer um desses sinais, a orientação é procurar imediatamente a unidade de saúde mais próxima para avaliação e início do tratamento adequado.
Além dos cuidados individuais, a participação da população é fundamental para impedir a proliferação do mosquito. A maior parte dos focos do Aedes aegypti é encontrada dentro das residências, em recipientes que acumulam água parada, como pneus, vasos de plantas, garrafas, caixas d’água destampadas, calhas, lonas e outros objetos expostos à chuva.
Outro ponto importante é permitir a entrada dos agentes de combate às endemias durante as visitas domiciliares. Os profissionais realizam inspeções, identificam possíveis focos do mosquito e orientam os moradores sobre as medidas necessárias para manter o imóvel protegido.
“O Aedes aegypti continua sendo um vetor de extremo risco para a saúde pública. Um simples descuido pode favorecer a proliferação do mosquito e aumentar a transmissão de doenças como dengue, zika e chikungunya, que podem evoluir para casos graves. Por isso, pedimos que a população faça sua parte eliminando qualquer recipiente que possa acumular água e receba os agentes de combate às endemias em suas residências. O enfrentamento ao mosquito depende da atuação do poder público, mas principalmente do compromisso de cada cidadão”, destaca Isolina Miguez, coordenadora do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ).
A SMS reforça que pequenas atitudes fazem a diferença, como manter caixas d’água bem vedadas, descartar corretamente materiais inservíveis, limpar calhas, colocar areia nos pratos de vasos de plantas e evitar qualquer acúmulo de água parada. A prevenção continua sendo a forma mais eficaz de proteger a população e reduzir a circulação do Aedes aegypti em Salvador.
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