O Festival Catavento em Ponta Grossa encerrou sua 4ª edição celebrando o alcance da arte em diferentes regiões do município. Durante seis dias de programação gratuita, o evento reuniu mais de mil espectadores com espetáculos teatrais, oficinas, contações de histórias e iniciativas de acessibilidade.
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Realizado entre os dias 26 e 31 de maio, o festival reforçou a importância da descentralização cultural ao levar atividades para escolas, universidades, instituições sociais e espaços públicos. Ao todo, foram promovidas 18 apresentações de teatro, três oficinas formativas e duas sessões de contação de histórias.
CULTURA ACESSÍVEL
Além da diversidade artística, a edição deste ano ampliou o acesso do público às produções culturais com recursos como audiodescrição e interpretação em Libras. A proposta foi aproximar diferentes comunidades do universo teatral e garantir mais inclusão durante as apresentações.
Segundo o produtor executivo Renan Sota, o Catavento tem fortalecido seu papel como espaço de valorização da arte e formação de novos públicos. Ele destaca que o festival busca alcançar locais que nem sempre recebem programações culturais contínuas, incluindo bairros afastados e comunidades rurais.
A iniciativa também promove o encontro entre artistas e espectadores, valorizando grupos locais e incentivando novas experiências culturais na cidade.
PROGRAMAÇÃO DIVERSIFICADA
A programação do Festival Catavento em Ponta Grossa reuniu diferentes estilos e linguagens teatrais. Entre os destaques estiveram o espetáculo “A Borboleta da Colina”, apresentado pelo Grupo Flogisto, além das montagens “Coração em Chagas” e “Sete Ensaios Depois do Fim do Mundo”, do GTC.
O público também acompanhou apresentações de teatro de lambe-lambe do Coletivo Cacareco, contações de histórias com Cris Donasolo e atividades infantis, como a participação do Projeto A Florescer no Teatro CECI durante a apresentação de “Maria Minhoca”.
O teatro de lambe-lambe trouxe adaptações inspiradas em contos clássicos dos Irmãos Grimm. Entre elas estiveram “O Flautista Sombrio”, de Renan Sota, “Chapeuzinho Vermelho”, de Viviane Olis, e “Rapunzel”, de Bya Paixão, proporcionando uma experiência mais próxima e intimista com os espectadores.
INCENTIVO À ARTE LOCAL
Além dos espetáculos, o festival investiu na formação artística por meio de oficinas conduzidas por Cris Donasolo e Tiago Martins, aproximando participantes de diferentes práticas culturais.
A 4ª edição do Festival Catavento foi realizada pelo Coletivo Cacareco, com patrocínio da Continental e incentivo do Programa Municipal de Incentivo Fiscal à Cultura (PROMIFIC), Prefeitura de Ponta Grossa, Secretaria Municipal de Cultura e Conselho Municipal de Política Cultural.
Das assessorias
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Créditos Autor: Luísa de Andrade
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