Declaração foi dada em Chapecó; os 2 candidatos cumpriram agendas em Santa Catarina neste sábado (19.set)

O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou, neste sábado (19.set.2026), durante um comício em Chapecó (SC), que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deseja implementar o comunismo no país.

Acompanhado do governador e candidato à reeleição Jorginho Mello (PL-SC) e dos candidatos ao Senado Carlos Bolsonaro (PL-SC) e Carol De Toni (PL-SC), Flávio declarou que Lula se tornou “um perigo para o Brasil” e que apresenta um “completo desequilíbrio”.

“Ele voltou a ser aquele Lula da década de 90, um sindicalista que fala bobagem todo dia, aquela pessoa com ideias velhas, ideias atrasadas, que está com a fixação por implementar o regime no Brasil. Não o regime das canetinhas, mas o regime comunista. Um regime ditatorial”, afirmou.

Como justificativa para as críticas, Flávio citou declarações feitas por Lula, que também realizou um comício em Santa Catarina no mesmo dia, sobre o agronegócio: “Hoje, ele tava aqui em Santa Catarina ameaçando quem produz, que é o nosso agro, dizendo que o agro deveria se ajoelhar aos seus pés. Uma pessoa que já havia dito que Santa Catarina é composta por nazistas. […] O Lula não tem mais condições psiquiátricas de continuar presidente do Brasil”. 

Flávio citou também posicionamentos recentes de Lula em relação à Igreja Católica, classificando-os como um “perigo” à liberdade religiosa. O senador, que se declarou evangélico e cristão, afirmou que, se eleito, não interferirá no discurso de padres ou pastores. “A partir do ano que vem, eles terão um presidente que não vai querer dizer o que um padre ou um pastor pode ou não pode falar no púlpito de sua igreja para os seus fiéis”, completou.

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