A edição de 2026 da Marcha da Maconha, realizada neste domingo 21 em São Paulo, reuniu cerca de 7,4 mil pessoas, segundo o Monitor do Debate Político USP/CEBRAP em parceria com a ONG More in Common.
O monitoramento tem margem de erro de 12%, o que indica que havia entre 6,5 mil e 8,3 mil participantes às 16h, horário de pico da mobilização. A Marcha começou em frente ao Masp, na Avenida Paulista.
A contagem se baseia em fotos aéreas analisadas com um software de inteligência artificial. Os pesquisadores registraram imagens em sete horários (14h20, 14h40, 15h, 15h20, 16h, 16h30 e 16h45), para na sequência selecionarem sete fotos tiradas às 16h, as quais cobriam toda a extensão do ato — sem sobreposição.
Um drone tira as fotos aéreas da multidão e o software analisa as imagens para identificar e marcar automaticamente as cabeças das pessoas. Por meio de IA, o sistema localiza cada indivíduo e conta quantos pontos aparecem na imagem.
Em um manifesto divulgado nas redes sociais, a Marcha se apresentou como “um movimento autônomo, antirracista e antifascista”, e defendeu a mobilização “contra a guerras às drogas”.
Créditos Autor: CartaCapital
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