Em voo de retorno a Roma, o pontífice afirmou que “é muito importante que os inocentes sejam protegidos”

O papa Leão 14 afirmou na 5ª feira (23.abr.2026) que “como pastor, não posso ser a favor da guerra”. Disse ainda que “é muito importante que os inocentes sejam protegidos, o que não aconteceu em vários lugares”. As declarações foram feitas em conversa com jornalistas durante voo de retorno a Roma, depois de viagem ao continente africano.

“Gostaria de começar dizendo que é preciso promover uma nova atitude e uma cultura de paz. Muitas vezes, quando avaliamos certas situações, a resposta imediata é que é preciso intervir com violência, com guerra, atacando. O que vimos foi a morte de muitos inocentes”, afirmou. O papa disse que “a questão do Irã é evidentemente muito complexa”.

“Gostaria de incentivar a continuação do diálogo pela paz, para que as partes se esforcem para promover a paz, afastar a ameaça de guerra e para que o direito internacional seja respeitado. É muito importante que os inocentes sejam protegidos, o que não aconteceu em vários lugares”, declarou.

No sábado (24.abr.2026), ao embarcar em voo para Angola, o líder da Igreja Católica disse não ter interesse em estabelecer novo debate com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano).

O papa Leão 14 e Trump protagonizaram embate público marcado por críticas à atuação do pontífice em temas internacionais e pela defesa, por parte do líder religioso, de uma missão centrada na fé e na promoção da paz.

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