A qualidade dos atletas e dos processos de formação desenvolvidos pelo Bahia foi destacada pelo observador técnico da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), João Alves, durante visita ao CT Evaristo de Macedo nesta semana. O profissional, que estará presente na final da Copa do Nordeste Sub-20, neste sábado, quando o Tricolor enfrenta o Fortaleza, pelo jogo de volta, em Feira de Santana, acompanhou de perto diferentes categorias dos Pivetes de Aço e conheceu a rotina de trabalho realizada pelo clube.
Durante a passagem pelo CT, João Alves observou atletas das equipes Sub-12, Sub-13, Sub-14, Sub-15, Sub-16, Sub-17 e Sub-20. Além dos jogos e treinamentos, o profissional teve contato com outros aspectos da formação, como a rotina dos jogadores, alimentação e o trabalho desenvolvido pelas diferentes áreas da base.
“A visita nos permite conhecer o atleta além do jogo. Conseguimos acompanhar a rotina de treinamentos, entender como funciona o processo de formação e conversar com gerentes, coordenadores, treinadores e outros profissionais do clube. Isso nos dá uma visão muito mais completa sobre cada jogador e sobre o trabalho que vem sendo realizado”, afirmou João Alves.
O observador da CBF também destacou a quantidade de jogadores com potencial encontrada nas diferentes categorias do Bahia e a necessidade de acompanhar de perto o desenvolvimento desses atletas.
“O Bahia tem jogadores de muita qualidade e com grande potencial de projeção. Encontramos atletas interessantes desde as categorias mais novas, vimos muitos jogadores que merecem acompanhamento. O clube está novamente disputando decisões e apresenta atletas de qualidade em diferentes idades. Não é atoa que o Bahia teve representantes neste ano em todas ascategorias da base da Seleção. Por isso, é importante estarmos próximos e acompanharmos esse processo”, disse João Alves.
A visita faz parte do trabalho da CBF para ampliar a observação de jogadores em formação e aumentar a proximidade com os clubes brasileiros. A iniciativa permite que os profissionais da entidade acompanhem os atletas antes mesmo das categorias tradicionalmente mais próximas das Seleções Brasileiras de base.
Além da avaliação realizada durante competições, a presença nos centros de treinamento possibilita conhecer o ambiente em que os jogadores estão inseridos, os métodos utilizados pelos clubes e acompanhar a evolução dos atletas ao longo dos anos.
“Quando conseguimos observar desde o Sub-12 e o Sub-13, começamos a construir um histórico desses jogadores. Passamos a ter informações e um banco de dados que ajudam no acompanhamento até as categorias mais altas. É um trabalho de observação contínua, para que nenhum atleta de qualidade deixe de ser acompanhado”, completou João Alves.
