O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes afirmou nesta quinta-feira 30 que, ao rejeitar a indicação de Jorge Messias à Corte, o Senado exerceu sua prerrogativa constitucional e tomou uma decisão que deve ser respeitada. Disse, porém, que a história fará justiça à trajetória do advogado-geral da União.

Messias precisava de pelo menos 41 votos no plenário da Casa Alta para assumir a cadeira que foi de Luís Roberto Barroso até outubro de 2025. Obteve, porém, apenas 34 votos, ante 42 contrários à sua indicação.

“Trata-se de um dos maiores juristas da história recente do Brasil, cuja trajetória, marcada por dignidade, retidão e dedicação ao serviço público, fala por si”, publicou Gilmar nas redes sociais.

Segundo o decano, Messias se submeteu por cinco meses a um rigoroso escrutínio público, “em meio a turbulências e, por vezes, a graves ataques à sua honra”.

“Portou-se, em todos os momentos, com coragem, dignidade e humildade. A história saberá fazer justiça à sua trajetória, diante do seu compromisso com o Estado Democrático de Direito e dos relevantes serviços que já prestou às instituições. O Brasil ganha em tê-lo onde estiver.”

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