Sete candidatos a deputado estadual terminaram o primeiro turno com zero voto registrado, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os casos foram identificados no Acre, Goiás, Pará, Pernambuco e Roraima, estados nos quais 100% das seções eleitorais para o cargo já haviam sido totalizadas.
No Acre, aparecem Renilda Rocha (Solidariedade-AC) e Dr. Pedro Benevides (PRD-AC). Em Goiás, o resultado zerado foi registrado por Raimundo Aguiar (DC-GO). No Pará, Luiz Damião (DC-PA) não teve votos computados, enquanto em Roraima o mesmo ocorreu com Chagas Enfermeiro (DC-RR).
Em Pernambuco, os dois candidatos são Mouracia (Mobiliza-PE) e Luis Augusto (Mobiliza-PE). As duas candidaturas aparecem no sistema eleitoral como “anuladas sub judice”, o que significa que a situação ainda depende de análise da Justiça Eleitoral. Caso os registros sejam posteriormente deferidos, os votos poderão ser reavaliados.
Zero voto não significa necessariamente ausência de voto pessoal
Apesar de o resultado indicar zero votos nominais, não é possível concluir apenas pelos dados que os candidatos deixaram de votar em si mesmos. Na eleição proporcional, o eleitor pode votar na legenda, anular o voto ou simplesmente não comparecer às urnas.
O levantamento considerou 18.669 candidaturas aos cargos de presidente, senador, deputado federal, deputado estadual e deputado distrital. Os sete casos identificados estão todos na disputa pelas Assembleias Legislativas.
Os cinco candidatos com registros deferidos aparecem com votação classificada como válida, apesar do total zerado. Já os dois nomes de Pernambuco têm os votos registrados como anulados sub judice, situação que ainda pode ser modificada pela Justiça Eleitoral.
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